Roteiro traz drinques "trash" clássicos que já fizeram a cabeça de jovens

Bombeirinho, maria-mole, rabo-de-galo. Bares servem coquetéis que fizeram a cabeça de muito universitário. Os coquetéis "trash" são "cool" em bares paulistanos.

- Crédito: Jefferson Coppola/Folhapress

Bahrem Snooker Bar
O ambiente recebe público eclético, de jogadores de sinuca, grupos de familiares e estudantes. Na carta de bebidas, o bar conta com drinques procurados por universitários, como o farmácia (R$ 8), rabo-de-galo (R$ 7) e bombeirinho (R$ 6). Entre os petiscos, a dica é o filé-mignon aperitivo ao molho madeira ou mostarda.
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Bar do Arnesto
No bar que homenageia sambistas da velha guarda e com decoração inspirada no bairro paulistano do Brás, há clássicos drinques da época de faculdade, como rabo-de-galo, maria-mole e bombeirinho (R $ 8, cada um).
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Bar do Luiz Fernandes
Os bolinhos de bacalhau e de carne --preparados por Idalina, mulher do proprietário Luiz Fernandes-- são o grande orgulho da casa. Para acompanhar o petisco e relembrar os velhos tempos estudantis, o bar traz o rabo-de-galo (R$ 4), maria-mole (R$ 6), bombeirinho (R$ 4) e batidas, como a de mel com limão e conhaque (R$ 4).
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Ministro 1153
No bar com cara de casa e comidinhas brasileiras, o barman Thiago Mandala troca, no bombeirinho (R$ 12), a groselha por grenadine. Seu rabo-de-galo leva martíni rosso; já a maria-mole (R$ 12) é a tradicional.
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- Crédito: Jefferson Coppola/Folhapress

Paribar
Reduto da boemia entre 1942 e 1980, o bar foi reaberto no mesmo endereço e com decoração que remete aos tempos áureos. Para enfrentar o frio, a carta de bebidas da casa investirá em drinques como rabo-de-galo (R$ 13,50) e maria-mole (R$ 13,60).
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Seu Boteco
Aberto no Sumarezinho há pouco mais de dois meses, serve pê-efes e drinques de pé-sujo na versão tradicional. Para relembrar entre amigos, anos depois, a dica é o rabo-de-galo de cachaça com vermute (R$ 5,90) ou a porradinha feita de soda limonada com pinga (R$ 5,90).
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Rasgueira
Em uma esquina sossegada do Campo Belo, o bar no estilo boteco chique apresenta o porradinha, pinga com soda, por R$ 13, e releituras de drinques "trash", como submarino (chope com o destilado Steinhäger, R$ 12,10).
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SubAstor
Entre as releituras livres dos drinques de boteco, o farmácia leva purê de maçã, alecrim, vodca e gim; o rabo-de-galo, cachaça, carpano punt mes (um vermute tinto) e angostura; e, no bombeirinho, a groselha sai de cena para entrar o granadine.
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Valadares
O tradicional botequim na região oeste de São Paulo serve o rabo-de-galo (R$ 3) e outras misturas "trash". Para acompanhar a bebida, há um extenso cardápio de petiscos, como rã e testículos de boi e de galo fritos (servidos apenas na unidade da r. Faustolo) e coxinha de camarão.
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Duros na queda

Clássicos de botequins ganham versões para qualquer um desejar rememorar o passado. Protagonistas das farras estudantis, os coquetéis baratos com efeito imediato caem bem com petiscos para não embrulhar o estômago e não estragar a noite.

- Crédito: Divulgação

Armazém São Paulo
Misto de bar e clube, o espaço em Pinheiros tem no cardápio de bebidas um drinque chamado vulcão, composto por vodca e curaçau blue, flambado na boca da pessoa (R$ 15,90).

Armazém São Paulo - r. dos Pinheiros, 1.275, Pinheiros, zona oeste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3815-6161. Seg. a sex.: 18h até o último cliente. Sáb.: 21h até o último cliente. Ingr.: R$ 5 a R$ 20. Não recomendado para menores de 18 anos.

Bar Pharmácia
Uma antiga farmácia deu lugar a este bar, localizado no bairro da Mooca. A decoração remete a uma drogaria, com mármore e cartazes antigos com propagandas de remédios. O cardápio traz drinques como o Eparema, com vodca, curaçau blue e soda (R$ 13) e o Engov, com vodca, licor de pêssego, suco de laranja e groselha (R$ 12). Para comer, uma das sugestões é o leve carpaccio de avestruz.
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Exquisito
Dos mesmos proprietários (e quase em frente) da casa de rock alternativo Funhouse, o bar tem inspiração latina, tanto na trilha sonora quanto no cardápio, que oferece pratos, salgados e porções, como o bem servido chile com carne. Entre os drinques "fortes" da casa estão o cérebro de rato, com grenadine, Cointreau, absinto e licores Baileys e St. Remy (R$ 13). Os mais duros na queda podem apostar no Lamborghini, com absinto, licor Baileys, curaçau blue servido em uma taça de dry martíni e flambado com shot de tequila e uísque, para quatro pessoas, por R$ 28.
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Mocotó
Tradicional na zona norte --aberto desde 1973--, ficou famoso por seu caldo de mocotó e por outros pratos de cozinha sertaneja. Na carta de drinques de boteco, é fácil relembrar a época de estudante com o energético natural, com Catuaba, Jurubeba, pó de guaraná e outros ingredientes (R$ 3), com o leite de onça (cachaça, leite condensado, mel, pó de guaraná e canela, R$ 9,90) e o lampião (cachaça, curaçau red e arak --bebida destilada de origem árabe-- em chamas, R$ 9,90).

Mocotó - av. Nossa Senhora do Loreto, 1.100, Vila Medeiros, zona norte, São Paulo, SP. Tel.: 00/xx/2951-3056. Seg. a qui.: 12h às 22h. Sex. e sáb.: 12h às 23h. Dom.: 12h às 17h.

Sr. Mostarda Bar & Cia.
Faz parte da carta de bebidas do bar com espaços variados e máquinas de pinball o submarino mexicano, feito com tequila, cerveja, sal e limão (R$ 16,50). A dose de tequila fica no copinho de "shot" de cabeça para baixo no fundo da caneca de chope e se mistura com a cerveja conforme a bebida é consumida. A garrafa da cerveja usada no drinque vem à mesa para o cliente.
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Tubaína
Com pinta de descolado e ares aconchegantes, o Tubaína está bem ao lado do Volt, na região do Baixo Augusta. O nome da casa resume seu espírito: há cinco marcas do refrigerante, e drinques em que ele aparece como ingrediente, como o mojaina, com rum, hortelã, açúcar, suco e tubaína de limão e tubai-fi, de vodca com tubaína de laranja --ambos custam de R$ 15 a R$ 20.
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