Longa traz referências à saga Star Wars sem se tornar refém dela

Assistir a Star Wars traz o afago de algumas certezas: a vinheta de abertura, as letras amarelas deslizando na tela, os Jedi e seus sabres de luz, a trilha sonora indefectível de John Williams.

Em "Rogue One - Uma História Star Wars", primeiro spin-off da saga e assumidamente feito para agradar os fãs, a ausência de alguns desses elementos pode gerar uma frustração a princípio. Mas o diretor Gareth Edwards soube entregar algumas inteligentes referências à saga.

A atriz Felicity Jones interpreta Jyn Erso, filha do cientista Galen Erso que se une à rebelião
A atriz Felicity Jones interpreta Jyn Erso, filha do cientista Galen Erso que se une à rebelião - Divulgação

São minúcias capazes de domar a ansiedade do público sem que o filme se torne refém de histórias já concluídas, além de explicar uma lacuna deixada por "Star Wars: Uma Nova Esperança".

São tempos de guerra. Na tentativa de derrubar o Império, a Aliança Rebelde despacha o capitão Cassian Andor (Diego Luna) para confirmar a informação de que o inimigo estaria construindo uma arma de enorme potência destrutiva.

Cena de "Rogue One"
Cena de "Rogue One" - Divulgação

A Estrela da Morte, como é chamada, é fruto do trabalho do cientista Galen Erso (Mads Mikkelsen), que há anos foi afastado da mulher e da filha, Jyn Erso (Felicity Jones), para prestar serviços ao Império. Jyn, por sua vez, surge como alguém alheia à instabilidade política da galáxia, mas que se junta à rebelião quando vê sua vida pessoal envolvida.

A eles ainda se somam personagens que, pela reminiscência com figuras da saga, trazem conforto ao público que conhece a história: o droide K-2So e sua tagarelice, o misterioso Chirrut Îmwe e sua confiança na Força, além de outros membros da Aliança Rebelde já conhecidos.

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