Em 'O Formidável' Godard é retratado como gênio e tirano



Faz quase 60 anos que Jean-Luc Godard mantém-se como ponta de lança do cinema autoral. Dá para entender o seu desgosto ao saber que sua vida seria alvo de um filme comercial, dirigido por um dos mais americanizados entre os diretores franceses, Michel Hazanavicius ("O Artista").

Em "O Formidável", ele escala Louis Garrel para o papel de Godard e imita, num pastiche-homenagem, o estilo do nome da nouvelle vague. Aqui, ele é retratado como algo entre o gênio e o tirano, em meio a um romance com a atriz Anne Wiazemsky (Stacy Martin) no explosivo ano de 1968. Agrada, mas não é para os fãs mais puritanos de Godard.

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