Luto e melancolia são temas de longa baiano 'Café com Canela'

Filme se passa no Recôncavo e é protagonizada por duas mulheres negras

Priscila Camazano
São Paulo

Exibido na 41ª Mostra de Cinema de São Paulo, o longa “Café com Canela”, de Glenda Nicácio e Ary Rosa, se passa no Recôncavo Baiano e narra histórias de luto após a perda de entes queridos.


Na trama, protagonizada por duas mulheres negras, Margarida (Valdinéia Soriano) vive sozinha, aos prantos, depois da morte do filho. Ela não consegue superar a dor, se separa do marido, se afasta dos amigos e prefere se isolar dentro de casa. 


Até que certo dia Violeta (Aline Brunne), que foi sua aluna, reconhece a professora e passa a visitá-la com frequência.


O reencontro regado a café com canela aproxima as duas, e Violeta encara a missão de ajudar a amiga a se reerguer. 

Leia a crítica do filme.
Veja as salas e horários de exibição.

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