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Documentário Guarnieri seguido de debate com Francisco Guarnieri

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Documentário Guarnieri estreia em São Paulo como parte da Mostra Itinerante Histórias que Ficam, da Fundação CSN Filme sobre Gianfrancesco Guarnieri será exibido dia 03.05, no CCSP, seguido de debate com Francisco Guarnieri e a diretora teatral Cibele Forjaz O documentário Guarnieri, dirigido por Francisco Guarnieri, será lançado em São Paulo no dia 03.05 (quarta-feira), às 19h30, no CCSP (Centro Cultural São Paulo), como parte da Mostra Itinerante Histórias que Ficam, da Fundação CSN, braço social da Companhia Siderúrgica Nacional. A sessão, gratuita e aberta ao público, será seguida de debate com o diretor e a diretora de teatro Cibele Forjaz. O filme é um dos quatro vencedores da segunda edição do edital Histórias que Ficam, programa de consultoria, fomento e difusão do documentário brasileiro que, nesta edição, investiu R$ 1,3 mi na produção de quatro filmes de até 70 minutos, com temática livre. Guarnieri conta a trajetória de Gianfrancesco Guarnieri (1934 - 2006), ator de grande sucesso na televisão, autor fundamental na história do teatro brasileiro e imagem-síntese do artista engajado. Seus filhos Flávio e Paulo, também atores, assumiram um total distanciamento entre arte, trabalho e política. A partir desses dois retratos geracionais, o diretor Francisco Guarnieri, neto do ator, procura refletir sobre o papel do indivíduo na sociedade, na arte e na família. O papel do artista político também será mote para o debate com Cibele Forjaz, encenadora reconhecidamente engajada em temas sociais e que já dirigiu a leitura dramática de Ponto de Partida, peça de Guarnieri escrita a partir da morte do jornalista Vladimir Herzog, na ditadura. Cibele também esteve à frente do projeto Cia Livre Conta Arena, em razão dos 50 anos do Teatro de Arena, que teve Guarnieri como um de seus pilares. O programa Histórias que Ficam recebeu 273 inscrições, vindas do Brasil todo. Os demais documentários selecionados são Iramaya, de Carolina Benjamin (Rio de Janeiro) e No vazio do ar, de Priscilla Regis Brasil (Belém). Os filmes serão exibidos até 20.05 em mais de 20 cidades do país, principalmente as que não possuem um circuito expressivo de exibição. Além das sessões programadas, os exibidores que quiserem fazer parte do circuito podem cadastrar uma sessão por meio da plataforma Taturana (www.taturanamobi.com.br). Mais informações sobre a programação da Mostra no site www.historiasqueficam.com.br. Muito mais do que patrocinar a produção de filmes, o edital Histórias que Ficam tem sido reconhecido por promover a reflexão sobre o processo de criação de um documentário. Com modelo pioneiro desde sua primeira edição, o programa conta com laboratórios presenciais e consultorias de especialistas aos realizadores, desde o desenvolvimento até a exibição dos filmes. O concurso, de caráter nacional, selecionou 12 projetos de documentários com temática livre, criativos do ponto de vista artístico e inovadores no uso da linguagem audiovisual. Destes, quatro foram contemplados. Ao longo do processo de realização dos filmes, os documentaristas vencedores participaram de três laboratórios: Roteiro e produção; Montagem, e Distribuição, com nomes como o roteirista, consultor e educador Miguel Machalski envolvido em roteiros como de Billy Elliot (Stephen Daldry) e de brasileiros como O Lobo atrás da porta, a montadora Karen Harley, de Que Horas Ela Volta, Big Jato, Janela da Alma e Cinema, Aspirinas e Urubus e o produtor e diretor Flávio Botelho. Os realizadores tiveram ainda consultoria online permanente do diretor e roteirista Marcelo Gomes (Joaquim, O Homem das Multidões, Era Uma Vez Eu, Verônica, Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo e Cinema Aspirinas e Urubus) e da produtora, diretora, roteirista e consultora Daniela Capelato ("Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo", de Marcelo Gomes e Karim Aïnouz; "Do outro lado do Rio", de Lucas Bambozzi; "Só Deus Sabe", de Carlos Bolado). O Histórias que Ficam aposta no desenvolvimento de novos talentos. Cria um espaço para reflexão e troca de experiências de cineastas em início de carreira de diferentes regiões do país com profissionais consagrados em um trabalho que só termina agora, com a Mostra, quando a obra atinge o público, conta André Leonardi, Gerente Geral da Fundação CSN. O Histórias que Ficam tem patrocínio da CSN, por meio da Lei Federal de Apoio à Cultura/Ministério da Cultura.

Preço Grátis
Horários Abre qua. às 19h30
Telefone 3397-4002

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Características

  • Capacidade 99 assentos
  • Mostra de Cinema

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