'O Amante Duplo', de François Ozon, é suspense psicanalítico

Trama narra história de mulher que se apaixona por seu analista

Úrsula Passos
São Paulo

O Amante Duplo”, novo filme de François Ozon, é, no mínimo, estranho. Mas já sabemos que, para apreciar sua obra, é preciso estar disposto a aceitar as liberdades que o diretor francês, com frequência, toma.

Aqui, Chloé —vivida pela deslumbrante Marine Vacth, de “Jovem e Bela”— procura um analista e, entre uma verdade na cara e outra, acaba se apaixonando por ele. Pouco tempo depois, já está morando com o sujeito (interpretado pelo belga Jérémie Renier, ator-fetiche dos irmãos Dardenne), que não é lá muito chegado no gato de estimação dela.

Com a pulga atrás da orelha, ela descobre que o namorado tem um irmão gêmeo, também psicanalista, que esconde e renega. Está armada a confusão. Com uma ponta da musa Jacqueline Bisset.

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