Aterrorizante, 'Hereditário' é longo pesadelo

Filme consegue misturar múltiplos temas sem se tornar uma maçaroca narrativa

Guilherme Genestreti
São Paulo

“Hereditário” é um raro exemplo de filme que consegue misturar múltiplos temas —luto, sanidade mental, espiritismo, demonologia— sem que o resultado seja uma maçaroca narrativa. A obra do estreante Ari ​Aster, 31, chega aos cinemas saudada como um dos filmes mais aterrorizantes da história.

Annie (Toni Collette) acaba de perder a mãe, mas percebe nos estranhos comportamentos da filha (Milly Shapiro) sinais de que a energia da antiga matriarca ainda ronda por aí. Aos poucos, o diretor vai incrementando a atmosfera de horror ao redor dessa família. 

Não espere sustos de fazer pular da poltrona ou banhos de sangue. “Hereditário” prefere sugerir a escancarar. Para quem estiver disposto, é um pesadelo visual de duas horas e sete minutos. 

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