Tradicional restaurante libanês Farabbud ganha filial moderna na zona sul

Os clássicos estão todos presentes, mas há também pratos menos conhecidos, alguns dos quais são criações da casa

Josimar Melo
São Paulo

Farabbud

  • Quando Seg. a qua.: 12h às 15h30 e 18h30 às 22h30. Qui. e sex.: 12h às 15h30 e 18h às 23h. Sáb.: 12h às 23h. Dom.: 12h às 22h30
  • Onde R. Diogo Jácome, 360, Vila Nova Conceição, região sul{sul}, tel. 3044-4358

O novo endereço do restaurante Farabbud —onde foi o Silo, na Vila Nova Conceição— tem pinta moderna, mas o que tem de mais valioso é sua antiga história. O proprietário, Paulo Abbud, é da família que, junto a outras duas, escreveu os sabores da cozinha libanesa em São Paulo a partir dos anos 1950 em casas como Bambi e Flamingo.


O Farabbud abriu em 2002 em Moema, onde mantém sua matriz. Esta primeira filial, mais luminosa e ampla, tem novidades como um bar de coquetéis (com receitas trazidas do jovial Saj, também da família) e um forno a lenha (que funciona aos finais de semana).


Os clássicos estão todos presentes —esfirras de massa macia, caftas rosadas por dentro, pasta de berinjela com sedutor perfume defumado, e por aí vai. Mas há também pratos menos conhecidos, alguns dos quais são criações da casa.


A esfirra esticadinha (R$ 8) é bem fina e coberta com carne, zátar ou a gostosa opção de cebola, quase adocicada. O trigo frique (R$ 40) é uma entrada com peito de frango, trigo grosso e pimenta síria. O bacalhau confitado no azeite (R$ 75) é uma novidade, servido com batatas com zátar, molho tarator e cebolas caramelizadas —existente apenas na nova casa, assim como o frango com arroz, açafrão da terra e pimenta síria.


Prato consistente é o chacrie: ragu de fraldinha cozida na coalhada fresca servido com anéis de cebola dourada (apenas um pingo de acidez envolvendo a carne bem macia, R$ 64).


Já para uma refeição mais rápida e não limitada a esfirras, há duas versões de sanduíche recheados com cafta: o hambúrguer, com molho acebolado, tomate e coalhada seca (R$ 37); e a pecaminosa versão de beirute com a carne espessa e abundância de queijo, tomate e zátar (R$ 45).


Outra marca registrada da família, desde os anos 1960, é a sobremesa chocolamour (sorvete de creme ou chocolate com farofa doce, chantili e calda de chocolate, R$ 29), que pode também vir numa versão míni para acompanhar o café.

Comentários

Ver todos os comentários Comentar esta reportagem

Últimas

Ver mais