Festival holandês de música eletrônica DGTL faz segunda edição na cidade

Evento ocorre neste sábado (5), em uma antiga fábrica de livros no Jaguaré

Pista de dança lotada no festival DGTL
Com mais de 12h de duração, festival espera receber 12 mil pessoas - Tim Buiting/Divulgação
Victoria Azevedo
São Paulo

O festival holandês de música eletrônica DGTL (lê-se “digital”) promove sua segunda edição em São Paulo, neste sábado (5), em uma antiga fábrica de livros no Jaguaré.

A capital paulista foi a primeira cidade fora da Europa a receber o evento, que também teve edições em Amsterdã, Barcelona e Tel Aviv (e chega a Santiago nesta semana). Em 2017, a festa recebeu 10 mil pessoas. Neste ano, 12 mil são esperadas.

Dividida em três palcos (um deles ao ar livre), a balada tem programação com mais de 12 horas que reúne destaques da eletrônica, do techno à disco, sem deixar de lado a house music. 

No total, serão 22 atrações. Na ala internacional, destacam-se a americana Honey Dijon, o alemão Rødhåd e o inglês Daniel Avery. Os dois últmos farão apresentação inédita no Brasil no formato “back to back” (apresentação simultânea). Representando a cena nacional, estão escalados os DJs Davis, Zopelar, Cashu e Vermelho. 

Instalações visuais do artista Muti Randolph compõem o cenário da festa, que tem como um de seus pilares a sustentabilidade.

Fábrica 619 - Av. Alexandre Mackenzie, 619, Jaguaré. 12 mil pessoas. Sáb. (5): 19h30. 18 anos. Ingr.: R$ 340 a R$ 420. Ingr. p/ ingresse.com.

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