Confira 32 bares e baladas gays para curtir em São Paulo

Bares com concorridas mesas na calçada, "inferninhos" e pistas fervidas estão entre as opções variadas para o público GLS badalar em São Paulo.

Confira abaixo bares e boates voltadas à diversão de gays, lésbicas e simpatizantes:

Casa noturna GLS The Week (foto), na Lapa, é uma das mais badaladas da capital paulista
- Crédito: Julia Moraes/Folhapress


BARES

Athenas Café
Grupos de gays e lésbicas dividem espaço com casais héteros nesse bar. Filas são frequentes, sobretudo para as concorridas mesas na calçada, de onde se vê o vai e vem da Augusta. Chope Brahma (R$ 5,10) abre espaço para sandubas bem servidos.
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Bar da Dida
Num recuo da calçada ao lado, ficam dispostas as concorridas mesas. Apesar do espaço simples, o público é arrumado. Modernos, gays e lésbicas disputam lugares para beber cerveja em garrafa ou as gostosas caipirinhas servidas em copo alto.
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Mesas na calçada fazem sucesso no Bar da Dida (foto), que completou dez anos em São Paulo
- Crédito: Paulo Pampolin/Hype/Folhapress

Bar da Lôca
Vizinho da Lôca, o boteco se chama, na verdade, To-Zé, mas ganhou fama pelo apelido. Os clientes (rapazes, na maioria) ficam de pé na calçada com cervejas em punho, e só arredam pé quando o bar fecha, à 1h.

R. Peixoto Gomide, 106, Jd. Paulista, tel. 3256-1946. 100 pessoas. Seg. a dom.: 6h à 1h. Preço: R$ 6 (cerveja Brahma - 600 ml).

Bar do Netão
Não fosse a multidão da calçada, passaria por um boteco qualquer. Mas, ao atravessar sua porta e descer alguns degraus, uma pistinha abafada ferve ao som eletrônico com gente de todo estilo e classe social.

R. Augusta, 822B, Consolação, s/ tel. 80 pessoas. Qui: 20h às 5h. Sex: 19h às 6h. Sáb: 19h às 7h.

Barão da Itararé
Esse bar de esquina, um pouco abaixo do nível da calçada, tem visual nostálgico, com luz baixa. Da cozinha, saem as polentas com provolone e calabresa (R$ 22), companhia das caipirinhas.
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Café Vermont
Ponto gay tradicional, fica aberto até altas horas. É opção de esquenta e de happy hour para os trabalhadores da região, procurado tanto por gays quanto por lésbicas. A música ao vivo (MPB e pop rock, às sextas e aos sábados, e samba, aos domingos) embala a clientela, que se serve de boas porções, como a de frango à passarinho (R$ 21,28).
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Caneca de Prata
Cinquentões, "ursos" e alguns jovens batem cartão nesse bar clássico e simplório. O burburinho e a paquera ocorrem na calçada do bar, que costuma ficar lotada. O chope é o favorito para bebericar.
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Director's Gourmet
É um cubículo fervido e escurinho, com decoração que presta homenagem ao cinema. Na ativa há duas décadas, é queridinho de gays homens acima dos 30 anos. Nos dias mais agitados, eles bebem cervejas em garrafas ou caipiroscas de pé mesmo, facilitando a paquera. Pop dos anos 1980, 90 e atual embalam as noites.
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Clube Flamingo
Sobe-se uma escada para chegar a esse bar moderninho, dividido em salinhas, com um terraço onde se pode fumar. Antes de cair na balada, descolados, gays e lésbicas bebericam um dos 40 rótulos de cerveja, companhia para o hambúrguer com crosta de pimenta (R$ 22,80).
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Espeto de Bambu
O salão é pequeno, mas as mesas na calçada convidam o público, composto por lésbicas de 20 e 30 e poucos anos. Ao som de MPB ao vivo, elas bebem cerveja na companhia de espetinhos.
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Farol Madalena
A frequência é quase 100% de mulheres, que flertam enquanto bebericam cerveja em garrafa, par frequente de petiscos como o shimeji na manteiga (R$ 24,09). Shows de MPB, de quinta a domingo, divertem as clientes --muitas veteranas.
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Frey Café
Cervejas em garrafa regam as conversas de gays e lésbicas na faixa dos 20 a 30 anos. O local ganha clima de balada com DJs tocando pop e tribal house.
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O Gato
O sobrado é aconchegante e possui teto baixo. Lá, música ao vivo e DJs animam gays e lésbicas nos fins de semana. Poucos petiscos escoltam as cervejas em garrafa.
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Queen
Ali sempre rolam divertidíssimas apresentações de drag queens, das mais tradicionais da cidade. É um ponto de encontro dos gays na região e reúne diversas tribos, como coroas e "barbies". A dica é sentar, beber uma caipirinha e esperar os shows.
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BALADAS

A Lôca
De início "underground", a casa que lembra uma caverna agora se dedica ao pop. Pop, rock e anos 1980 norteiam a eclética domingueira Grind, comandada pelo DJ Pomba.
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ABC Bailão
Reúne gays cinquentões --que pagam mais barato para entrar-- e seus admiradores. A seleção musical é eclética, com pop, "flashback", sertanejo e forró, o que garante a animação e embala os casais, principalmente aos domingos.
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Bofetada Club
Fica no meio do burburinho de moças e rapazes com menos de 20 anos que se forma no cruzamento das ruas Peixoto Gomide e Frei Caneca. O mesmo público frequenta a casa, boteco com pistinha em cima.
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Bubu Lounge Disco
Instalada numa área com mais de 1000 m2, a casa se destaca pelo ambiente sofisticado e um grande aquário que separa o lounge da pista principal. Abriga duas pistas, sendo uma de 500 m2 com pé direito duplo, um lounge --palco para pockets shows-- e nove camarotes.
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Cantho
A ampla pista do clube GLS recebe iluminação colorida e um balcão, que percorre todo o fundo do salão. Apesar de o sexo masculino ser maioria, moças não se sentem intimidadas com o clima descontraído. O som é flashback dos anos 70, 80 e 90, com o DJ Rui Carmo.
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Ambiente do clube Glória (foto), no centro de São Paulo
- Crédito: Rubens Cavallari - 13.ago.11/Folhapress

Clube Glória
O templo dos modernos tem decoração suntuosa, e a pista é rodeada por espelhos. A noite Soul Glória é dedicada ao hip-hop; as outras noites são alternadas entre os diversos projetos da casa.
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Blue Space
A casa abriga duas pistas, quatro bares e um lounge com almofadas e sofás. O som é dance music e house, com Robson Mouse, Herbert Tonn, Breno Barreto e Alê Nascimento. As drags e os go-go boys fazem performances divertidas.
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D.Edge
Em 2012, o clube foi eleito o 25º melhor do mundo pela revista inglesa "DJ Mag". Não é para menos, já que quase toda semana um DJ gringo assume os "pickups" da casa eletrônica. Para abrigar os "clubbers", tem estrutura de primeira: duas pistas repletas de LEDs, um "lounge" futurista e um terraço.
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Flexx
Em um galpão na Barra Funda para mais de 2.000 pessoas, antes ocupado pela boate Broadway, a casa é voltada ao público GLS nos moldes da The Week. Espaçosa, abriga uma pista e uma área ao ar livre intregradas e um mezanino com mesas de sinuca. Nos pick-ups, Rodolfo Bravat e seus convidados tocam eletrônica em todas suas vertentes.
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It Club
O novo clubinho dos Jardins tem um pequeno "lounge" no térreo e a pistinha no segundo piso, com direito a um globo giratório. A casa não terá festas no fim de semana.
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The L Club
Dedicada às garotas, a boate agrupa diferentes estilos de lésbicas, das mais "menininhas" às mais masculinas.

R. Luís Murat, 370, Vila Madalena, tel. 2604-3393. Proibido para menores de 18 anos. Sex.: a partir das 23h. Ingr.: R$ 10 a R$ 40.

Lab Club
O clube tem público variado e recebe diferentes festas na mesma noite, divididas nas pistas do lobby e do porão.
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Sonique
A casa --cujo nome faz referência à velocidade do som-- tem como proposta oferecer um ambiente agradável para amantes de música, sozinhos ou acompanhados.
Para beber, dispõe de uma carta versátil; destaque para as 12 variações de Martini.
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The Society
Novo empreendimento de André Almada, o dono da megaboate The Week, o clube mira o público gay mais arrumadinho. Com decoração luxuosa inspirada num casarão antigo, recebe projetos de música eletrônica e pop ás sextas e aos domingos. Aos sábados a casa permanece fechada.
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Tunnel
Aberta desde 1992, costuma lotar nas matinês de domingo, que contam com um simpático correio elegante promovido pelas "drags-clones" Dolly & Dolly. Às sextas, a performer Nany People comanda um divertido show. Silvete Montilla e Tália também são fixas da Tunnel.
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Lions
No local com resquícios arquitetônicos da década de 50 e pista moderninha, a proposta é revezar sets de rock, jazz, house, tecno e soul. O terraço, com vista para o centro velho da capital, permite maior liberdade aos fumantes.
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Yatch Club
A casa possui dois mezaninos que abrigam até 30 pessoas, cada um, e cinco camarotes ao redor da pista. As cores azul, cinza e prata predominam nas paredes, que simulam cascos de navio, nos azulejos de cavalos-marinhos e nos espelhos de escamas.
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The Week
Um dos clubes GLS mais badalados da cidade fica em um imenso galpão, com duas pistas de dança, três lounges, deck com piscina e um jardim ao ar livre com pufes e sofás. Aos sábados, há a Babylon, capitaneada pelos DJs João Neto, Paulo Pacheco e convidados, que tocam house e house tribal.
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Ambiente do Yatch Club, que reúne rapazes arrumadinhos entre 20 e 30 anos
- Crédito: Rogério Canella/Divulgação

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