Casa usa cacau da Bahia na produção de seus chocolates

Dengo tem guloseimas desenvolvidos pela chocolatière Luciana Lobo

Priscila Camazano
São Paulo

Dengo, nome da loja de chocolates que tem três unidades em São Paulo e uma no Rio de Janeiro, pode ser uma manha, uma teimosia de criança ou, ainda, tentativa de chamar a atenção dos outros ou de seduzir alguém.


Apostando em uma pitada de dengo na produção de seus chocolates, desenvolvidos pela chocolatière Luciana Lobo, a casa não usa gordura hidrogenada na produção de suas guloseimas, mas só a manteiga do cacau, que vem de sete fazendas do sul da Bahia.


Entre os chocolates disponíveis nas prateleiras, destaque para o quebra-quebra. Servidas em pedaços, as barras são oferecidas em sabores como abacaxi com coco e castanha-de-caju com cupuaçu.
Há, ainda, as pepitas —amêndoas do cacau torradas e caramelizadas— com coberturas variadas, além da castanha-de-caju envolta em chocolate, das barras com variações de cacau (de 36% a 75%)  e dos bombons  recheados de cajá, mangaba, jabuticaba, entre outros.


Para beber, a casa oferece quatro tipos de blends produzidos com grãos de cafés vindos de fazendas de Minas Gerais e do interior de São Paulo. Entre eles, há o cítrico, que tem sabor de caramelo e limão-siciliano.


Os cafés são servidos na loja, mas o pó também pode ser levado para casa.

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