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Restaurantes

Saiba quais restaurantes de São Paulo fecharam as portas durante a pandemia

De endereços tradicionais a novidades, muitas casas não resistiram à quarentena

Restaurante Ramona, no centro de São Paulo, que fechou em 2021 por causa da pandemia

Restaurante Ramona, no centro de São Paulo, que fechou em 2021 por causa da pandemia Ze Carlos Barretta/Folhapress

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São Paulo

Após um ano de pandemia —e várias mudanças nas medidas do governo estadual para o combate ao novo coronavírus—, não foram poucos os bares e restaurantes da capital paulista que tiveram que encerrar as atividades no período.

A interrupção do atendimento presencial afetou desde endereços tradicionais, como o Pasv, aberto há 50 anos, até empreendimentos premiados, caso do Clandestino, da chef Bel Coelho.

Conheça, abaixo, a história destes e de outros endereços que se despediram de São Paulo durante a pandemia. E veja aqui quais bares fecharam as portas.

RESTAURANTES

Abu-Zuz
Em operação desde 1989, o libanês Abu-Zuz foi um dos que encerrou as atividades durante a quarentena do coronavírus. O restaurante, instalado em uma rua comercial no Brás, era reconhecido pelo tempero caseiro e pela pratos árabes menos famosos. De acordo com Cynthia Moujaes, filha do fundador, o local tentou se adaptar para o delivery, mas não conseguiu a linha de crédito necessária para bancar a operação.


Ají Cocina Bar
A cozinha de inspiração peruana foi outra que não resistiu à pandemia e fechou as portas permanentemente em agosto de 2020. “Resistimos o quanto pudemos, mas, diante do contexto atual, tivemos que tomar essa decisão”, diz texto publicado nas redes sociais


Albertina
O restaurante fechou o salão em Pinheiros antes mesmo do decreto da quarentena e manteve o delivery, mas, no dia 9, o Instagram da casa anunciou o encerramento da operação para o dia 15. “Mais de cem dias parados, um futuro muito incerto sobre reabertura e falta de apoio real por parte do governo foram alguns dos fatores críticos para essa decisão”, afirma a nota divulgada. Segundo o texto, o retorno do atendimento presencial com a capacidade reduzida não seria suficiente.


Blú Bistrô
Após 15 anos em funcionamento, o sobrado em Perdizes foi um dos que encerrou as atividades durante a pandemia. A casa era conhecida pela combinação de bom cardápio, carta de vinhos e trio de jazz que embalava noites românticas no mezanino.


Boto
Após um ano de funcionamento, o chef Leo Botto decidiu fechar seu restaurante de cozinha autoral baseada no fogo, em Pinheiros, durante a pandemia. “Ficará uma saudade enorme dentro do meu peito, aqui foi um lugar onde eu me dediquei muito, onde pus muita energia para abrir”, escreveu o chef, ex-Chez e discípulo de Paola Carosella, em nota.


Capivara
O fechamento do restaurante, na Barra Funda, já era planejado desde antes da pandemia, mas as medidas de isolamento inviabilizaram eventos de despedida que eram previstos, segundo a nota de encerramento postada no Instagram da casa. “Isso se deu de forma natural –um ciclo que chegou ao seu fim”, diz o texto. Os sócios da casa se separaram. Jorge Amaral seguiu com a pizzaria Bocada’s, enquanto Rodrigo Felício abriu a Rotisseria Capivara, um “spin-off” da casa inicial.


Casa de Francisca
Mistura de espaço dedicado a shows, restaurante e bar que fica em um prédio histórico no centro de São Paulo, a casa anunciou nas redes sociais que encerrará as suas atividades por tempo indeterminado. De acordo com a nota, é possível que o local feche as portas permanentemente. "Após 15 anos de casa, vamos parar por tempo indeterminado e ainda sem saber se vamos conseguir voltar", diz o texto. A notícia gerou uma onda de mensagens de apoio de artistas e público nas redes sociais e a casa decidiu lançar uma vaquinha virtual e uma campanha de mantenedores. A ideia é criar uma espécie de assinatura em que pessoas e empresas possam colaborar mensalmente, com contrapartidas aos assinantes.


Clandestino
Bel Coelho anunciou o fim das atividades do restaurante sazonal localizado na Vila Madalena no início de julho. A chef explicou que “sem abrir e com uma receita em 15% da média anterior à pandemia, não consegui segurar as pontas”. Em dezembro, a chef abriu as portas do Cuia, dentro da livraria Megafauna, instalada no Copan (região central).


Côl
Dos mesmos proprietários do Locale Caffè, o restaurante que destacava os preparos na brasa encerrou as atividades no Itaim Bibi e deu lugar à Locale Trattoria.


Corrutela
O endereço moderninho de Cesar Costa anunciou, em abril, no seu Instagram, que irá encerrar as atividades por tempo indeterminado. "Estamos impossibilitados de continuar dessa maneira, mas esperando profundamente que esta pausa seja apenas um hiato para voltarmos com o mesmo brilho nos olhos que tínhamos quando começamos esse projeto tão ousado e especial na Vila Madalena", escreveram na publicação.

Chef Cesar Costa no restaurante sustentável Corrutela, na Vila Madalena
Chef Cesar Costa no restaurante sustentável Corrutela, na Vila Madalena - Leo Martins/Folhapress

Daya & Ture
Também fechou por conta da pandemia o misto de restaurante saudável, empório e casa de sucos, após cinco anos de funcionamento, no Itaim Bibi. "Não nos sentimos confortáveis em colocar nossos clientes e nossos colaboradores em risco e não sabemos por quanto tempo essa situação ainda vai se arrastar”, escreveram em comunicado de julho de 2020 publicado no Instagram.


Extásia
Após uma pausa na operação durante a quarentena, o restaurante de influências asiáticas sob a batuta do chef Flávio Miyamura fechou de vez em dezembro de 2020, na Vila Conceição.


Falafada
A casa especialista em Falafel fechou as portas na Vila Buarque em abril de 2021. No texto postado no Instagram, os responsáveis pelo espaço disseram que não conhseguiram sobreviver ao cenário pandêmico. "Assim como outros colegas, nós não sobrevivemos à crise diante do cenário da pandemia e das incertezas e inconsistências do cenário econômico, não temos mais condições de seguir e optamos por honrar com nossos compromissos", disseram na publicação.


Junji Sakamoto
Inaugurado em 2014, o caçula do sofisticado Jun Sakamoto funcionou até o último mês de dezembro no shopping Iguatemi. Apesar da despedida, o sushiman mantém ativos dois endereços na capital, a matriz, na rua Lisboa, que completou 20 anos, e o J1, no shopping Villa-Lobos. Sakamoto também acaba de inaugurar um restaurante com seu nome em João Pessoa.

Kyokuto
A casa de comida oriental estava prestes a lançar um menu inspirado no k-pop, mas a pandemia atrapalhou os planos. Funcionou via delivery, mas encerrou as atividades em outubro. “Tentamos continuar, mas na pandemia nosso espaço que era pequeno e acolhedor tornou nossa atividade inviável”, diz comunicado nas redes.


Lá da Venda
São Paulo também perdeu o misto de restaurante, empório e café da chef Heloísa Bacellar. A casa, que mais lembrava uma vendinha do interior e funcionava desde 2009 na Vila Madalena, era famosa pelos pães de queijo feitos com queijo da serra da Canastra. “Estamos fechando diante das muitas crises e da pandemia, é muito difícil ter um negócio tão cheio de sonhos num mundo como esse. Uma tristeza”, disse a chef. Uma segunda unidade do restaurante no shopping JK Iguatemi e o Lá da Vendinha, loja de fábrica na Barra Funda, também encerraram as atividades.


La Frontera
O encerramento das atividades foi anunciado na primeira prorrogação da quarentena em São Paulo, no início de abril. O restaurante estava em operação desde 2006, oferecendo um menu de comida sul-americana nos arredores do cemitério da Consolação. “Não tinha nenhuma condição de pagar todos os funcionários com o restaurante de portas fechadas”, afirmou, à época, Ana Maria Massochi, que comandava a casa. O argentino Martín Fierro, casa irmã do La Frontera, continua na Vila Madalena.


La Peruana Cevicheria
Depois de cinco anos preparando receitas tradicionais de sua terra natal, a chef peruana Marisabel Woodman fechou as portas de seu restaurante, em agosto. Movimentada, a casa na alameda Campinas tinha como atração principal os ceviches, antes vendidos pela chef em barracas de feirinhas gastronômicas e um food truck.


Le Manjue Organique
Famoso pela gastronomia orgânica, saudável e funcional, o restaurante do chef Renato Caleffi fechou as unidades que tinha na capital paulista, na Vila Nova Conceição e no Jardins. Em nota de despedida publicada nas redes sociais, Caleffi escreveu: “O momento atual é de incertezas que afeta a saúde e a vida de todos nós brasileiros, também torna desafiador o exercício de ser empresário, chef, cozinheiro ou qualquer outro profissional nesse país”. A rede de cafés Le Manjue Café seguirá aberta.


Lilu
Não foi a pandemia, mas a especulação imobiliária que forçou o encerramento das atividades da casa do chef André Mifano, em outubro. Localizado em Pinheiros, o imóvel foi comprado por uma construtora. Para 2021, Mifano planeja lançar uma marca nova, num ponto menor. O chef conta que pretende fazer um cardápio acessível durante o dia e um menu degustação para a noite.

Chef André Mifano posa em frente ao Lilu, em foto de novembro de 2016
Chef André Mifano posa em frente ao Lilu, em foto de novembro de 2016 - Gabriel Cabral/Folhapress

Lima Cocina Peruana
Sem anúncio prévio, o restaurante peruano nos Jardins fechou as portas e deu lugar a outro estabelecimento, o café e padaria Nica, em funcionamento no local desde fevereiro. A casa, instalada em um sobrado na alameda Lorena, havia pausado as atividades temporariamente em março de 2020.


Luna di Capri
A cantina italiana, conhecida como um dos redutos do teatro paulistano na Bela Vista, foi outra casa que não resistiu à pandemia e encerrou as atividades, após 19 anos de funcionamento. O anúncio foi feito nas redes sociais pelo proprietário Beto Planetas, dono também do Planeta’s, restaurante vizinho à cantina, que se mantém aberto —mas também com dificuldades, segundo ele. Com cardápio de influência italiana, o Planeta’s está operando via delivery, e os pedidos podem ser feitos pelo telefone 3256-5300.


Mandioca Cozinha
O restaurante anunciou pelas redes sociais o encerramento da operação em janeiro, após quase três anos de funcionamento sob o comando da chef Madu Melo. “Acreditamos que cumprimos com o nosso papel de educar sobre a cultura brasileira através da comida. Nossa história, como um ponto fixo, se encerra por aqui”, disse o comunicado.


Mangiare
No ano em que completaria uma década de existência, o restaurante de influências italianas e mediterrâneas foi mais um a encerrar a operação por conta da pandemia. Segundo Benny Goldenberg, proprietário e sócio de Paola Carosella no Arturito e no La Guapa, as dificuldades de lidar com as contas durante a quarentena, de manter uma equipe de 30 funcionários e de concretizar uma renegociação do valor do aluguel do imóvel levaram à decisão de fechar a casa. “Não tínhamos nenhuma perspectiva de melhora. Se existe a intenção de salvar um patrimônio tão importante para a cidade, que é a gastronomia, é preciso criar medidas mais efetivas e conversas apolíticas”, disse Goldenberg.


Marcel
No ano em que completaria 65 anos, o Marcel encerrou as atividades por tempo indeterminado devido à dificuldade em bancar a operação com o fechamento prolongado na quarentena. "Estudamos e tentamos todas as maneiras possíveis de manter as coisas funcionando como sempre, mas infelizmente não há segurança nem condições financeiras de prosseguir agora", afirma a nota divulgada no site do restaurante. O texto, contudo, afirma que a casa pretende retornar "no futuro, em um novo formato e outro local".


Mensa
Após o retorno da capital à fase vermelha do plano estadual de quarentena, o chef Rafael Navarini optou por fechar sua cozinha autoral na Vila Madalena por tempo indeterminado a partir de março. “Aguardaremos até o momento em que pudermos ter um pouco mais de clareza e certeza sobre as nossas possibilidades de operação”, diz nota publicada no Instagram.


Micaela
A cozinha brasileira do chef Fábio Vieira foi outra que fechou durante a pandemia. Segue funcionando o segundo endereço do restaurante, em Ilhabela, litoral de São Paulo.


Nambu
No entorno do parque Buenos Aires, o restaurante de pegada saudável e orgânica encerrou as atividades em setembro de 2020 após o imóvel em que estava sediado ser vendido.


Otel
Em março, o restaurante e bar que lembrava um lobby de hotel pausou as atividades por conta da pandemia, mas em julho anunciou que fechou de vez. Em comunicado nas redes, os sócios explicaram que os proprietários do imóvel em que estavam instalados venderam o espaço. “Com isso, a descontinuidade do Otel foi inevitável.”


Pasv
Tradicional endereço na av. São João, o Pasv oferecia menu simples e farto desde 1970. A crise no restaurante começou antes da pandemia. “Eles já queriam fechar há algum tempo. Com a quarentena, teriam que continuar a pagar dez funcionários e gastar as economias”, conta Eduardo Vieira Castromil, filho de José Ares, um dos sócios. O Pasv fechou nas primeiras semanas da pandemia.

São Paulo, SP. 11.abr.2020. Fachada do restaurante Pasv, na av. São João, centro de São Paulo. O restaurante encerrou as atividades depois de mais de 50 anos em operação. Foto: Gustavo Simon/Folhapress
Fachada do restaurante Pasv, na av. São João, centro de São Paulo. O restaurante encerrou as atividades depois de mais de 50 anos em operação. Foto: Gustavo Simon/Folhapress - Gustavo Simon/Folhapress

Pettirosso Ristorante
O italiano foi mais um dos que não conseguiu manter a operação nos moldes anteriores à pandemia. Mas a despedida do Pettirosso apresentou à cidade uma novidade: o restaurante Fame Osteria, também sob o comando do casal Marco e Érika Renzetti, que funciona apenas sob reserva via WhatsApp.


Ramona
Depois de quase nove anos em funcionamento no número 282 da avenida São Luís, no centro de São Paulo, o restaurante seguiu o caminho de vários estabelecimentos da cidade e fechou as portas. Os cinco sócios da casa decidiram que não tinham mais condições financeiras para manter o espaço ativo por mais tempo. “Fomos empurrando, fazendo cortes, renegociando aluguel, mas não foi suficiente. Precisávamos escolher entre o prejuízo maior, que era fechar, ou continuar aumentando as dívidas com a esperança de que uma hora as coisas melhorassem. Mas não dava para ficar mais um ano imaginando que daria certo”, conta Bruno Fischetti, sócio e chef do espaço.


Ritz Itaim
Foi através das redes sociais, no finalzinho de dezembro, que o restaurante anunciou a despedida do endereço no Itaim Bibi, onde funcionou por 20 anos. O motivo, explica a assessoria, é que o endereço dará lugar a um empreendimento imobiliário. A matriz, na alameda Franca, nos Jardins, e as unidades dos shoppings Iguatemi e Market Place continuam na ativa, assim como a operação do delivery.


Ruella Bistrô
Em março deste ano, a chef Danielle Dahoui anunciou nas redes sociais que, devido à pandemia, teve que demitir todos os funcionários e fechar por tempo indeterminado seu restaurante, em funcionamento desde 1996 em uma charmosa casa na Vila Olímpia, para "não criar mais dívidas e proteger a equipe de uma possível contaminação”. Em abril, o bistrô passou a oferecer refeições via iFood e Rappi de forma esporádica.


Santinho Theatro Municipal e Museu da Casa Brasileira
A unidade do restaurante comandado pela chef Morena Leite dentro do Theatro Municipal encerrou as atividades em julho de 2020, após o fim do contrato com o espaço cultural. Já o endereço no Museu da Casa Brasileira fechou na mesma época, depois de sete anos funcionando no casarão na avenida Faria Lima, para dar lugar ao Capim Santo, da mesma chef. Segue em funcionamento a unidade no Instituto Tomie Ohtake.

Salão do restaurante Santinho dentro do Museu da Casa Brasileira
Salão do restaurante Santinho dentro do Museu da Casa Brasileira - Leticia Moreira/Folhapress

Teva Vegetal
O restaurante vegetariano descolado, filial de uma casa carioca que surgiu em 2016, anunciou que encerrará as atividades no dia 2 de maio. O motivo: o imóvel que o restaurante ocupa em Pinheiros foi vendido a uma incorporadora. Até o fechamento, em maio, a casa atende via delivery, por conta das restrições impostas aos restaurantes durante a fase vermelha da quarentena.


Walfenda
Dedicada às carnes preparadas na brasa, a casa com ambiente medieval encerrou as atividades em julho de 2020.

GULOSEIMAS

Bento 43
Do mesmo grupo do Quintal do Centro (abaixo), a cafeteria que ocupava o mezanino do prédio do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), na República, também fechou. Decorado com cadeiras de praia e plantinhas, a casa servia cafés, almoços e quitutes como salgados e bolos.


Bloody Hell Burger
Após passar o ponto e tentar mover a operação para outro local por conta da pandemia, a hamburgueria no Itaim Bibi acabou fechando as portas em outubro. “Talvez teremos uma volta, ainda não sabemos. Mas, no momento, essa é a nossa despedida”, anunciou o proprietário da casa em vídeo no Instagram.


Coffee Stories
Apenas com um aviso de “atividades encerradas” nas redes sociais, a cafeteria de arquitetura inspirada no modernismo de Burle Marx fechou as portas para dar lugar à sétima unidade da Bráz Elettrica, pizzaria descolada que inaugurou o endereço no centro da cidade em janeiro.


Coffee Sweet Coffee
“É triste, mas chegamos ao fim de um ciclo”, foi o aviso feito nas redes sociais para anunciar o fechamento da simpática cafeteria, instalada em uma casa residencial nos arredores do shopping West Plaza e Allianz Parque. O estabelecimento foi mais um que não conseguiu sobreviver às recentes restrições do plano estadual de quarentena, após um ano de pandemia, e baixou as portas em março deste ano.


Hey! Coffee
A portinha na movimentada rua Dom José de Barros, na região central, tinha por objetivo democratizar o acesso ao café especial. A bebida, preparada em diferentes métodos, dividia as atenções com comidinhas como brownies, cookies e pães de queijo. O espaço encerrou as atividades no dia 16 de janeiro.


Jardin do Centro
O serviço de cafeteria foi encerrado e o espaço virou o Jardin Velharia, loja de garimpos de móveis e decoração —incluindo itens do também fechado Quintal do Centro, dos mesmos donos. A antiga loja de plantas, que atraía muitos visitantes, também foi fechada.


Mundo Pão do Olivier
Em funcionamento desde 2017 em frente à praça da República, a padaria do chef Olivier Anquier não resistiu aos efeitos causados pela pandemia de coronavírus e fechou as portas. A segunda unidade, na Vila Nova Conceição, também fechou. “Já foi muito difícil segurar as pontas durante as primeiras medidas de março a julho do ano passado, a loja não tem fôlego para aguentar essa segunda fase vermelha. Uma pena ver se decompor o que construímos, mas o importante é todos nós estarmos com saúde”, escreveu o chef nas redes. Anquier vai continuar a produção de pães, folhados, doces e lanches, mas agora apenas por delivery. Os pedidos podem ser feitos pelo Olivier Anquier Boulangerie no iFood e no Rappi.


Octavio Café
O encerramento das operações das cafeterias na Faria Lima e no shopping Cidade Jardim foi anunciado na quarta-feira (8). Segundo a nota publicada no instagram da rede, a decisão foi causada pela crise gerada pela pandemia e as incertezas para uma eventual reabertura. A rede segue com a venda de produtos (grãos, pó e cápsulas) em redes de varejo e anunciou que dará início a uma operação de delivery, entregando os produtos da cafeteria.

Padaria da Esquina
A matriz de um dos negócios de Vítor Sobral fechou as portas no Jardins em abril, mas seus quitutes de sotaque português continuam sendo vendidos na unidade do Itaim Bibi.


Quintal do Centro
Em março, o simpático café na rua Barão de Tatuí optou por fechar as portas por tempo indeterminado. Mas, no fim de maio, a casa —que também funcionava como loja de plantas— encerrou as atividades permanentemente e pôs à venda todo o mobiliário e acessórios de decoração, como cadeiras, poltronas, quadros e até uma bicicleta. ​

Quitandarte
Instalado há oito anos em um sobrado colorido em Pinheiros, o espaço que vendia quitutes mineiros fechou as portas em fevereiro de 2021 por conta da pandemia.


Suplicy Cafés
Após completar 17 anos nos Jardins, a cafeteria anunciou que entregaria o ponto da alameda Lorena. Era ali também que fazia a torra dos grãos —o processo foi transferido para o novo centro de distribuição da marca.

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